Delapida-se o património Nacional em favor de um país estrangeiro enquanto que, a Região Autónoma da Madeira, parcela ainda Portuguesa, é traiçoeiramente penalizada a coberto de atitudes revanchistas que põem em causa o cumprimento de objectivos desenvolvimentistas da Região e a própria coesão nacional
Faz na próxima segunda-feira (1 de Janeiro) trinta anos que era noticiado, pela primeira vez, que mais de 400 mil desalojados das ex-colónias tinham regressado a Portugal. Mais tarde o número aumentou para 500 mil e houve quem afirmasse que o total de retornados do ultramar ultrapassava os 600 mil. Pessoas que foram obrigadas a deixar tudo quanto tinham em Angola, Moçambique e Guiné Bissau, nomeadamente nestas três ex-províncias portuguesas, para salvar a vida que estava a ser duramente ameaçada.
A questão da descolonização tem sido tratada aos mais diversos níveis e narrada por militares, políticos, escritores e por quem nunca terá posto os pés em qualquer um destes territórios. São tantos os escritos que perdemos a conta e seu conteúdo. A África portuguesa, entre aspas, foi para alguns um paraíso de riqueza e de bem estar enquanto que para outros foi um inferno que levou à morte jovens militares inocentes na guerra contra guerrilheiros treinados e habituados a viver na dureza do clima e das matas traiçoeiras.
Recentemente veio à baila, uma vez mais, o acidente aéreo que matou Sá Carneiro, Amaro da Costa e os demais acompanhantes que faziam viagem na mesma avioneta que saiu de Lisboa em direcção ao Porto. O mistério do acidente continua, apesar do autor confesso da bomba que fez explodir o aparelho estar vivo e tenha dado uma entrevista, há poucas semanas, a uma revista editada em Lisboa.
Neste caso, parece ter havido pressa em concluir o processo ou demorou-se o tempo suficiente para que fossem vencidos todos os prazos possíveis de retomar as investigações. O caso está dado definitivamente por concluído sem se saber quem esteve por detrás do atentado.
A questão do atentado que matou Sá Carneiro e a questão da descolonização do ex-ultramar português, têm ligações enquanto actos não devidamente esclarecidos. Houve pressa comprometedora em desmobilizar as forças militares portuguesas destacadas e de dar, por qualquer preço, a independência a Angola, Moçambique, Guiné Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, sem cuidar devidamente os interesses do Estado, das pessoas e respectivos bens (a exemplo do que fizeram outros países colonizadores), como houve pressa em anular o poder social e político que Sá Carneiro claramente possuía. Por detrás dos actos estiveram inequivocamente razões políticas e ideológicas.
Quem esteve directamente ligado à assinatura dos acordos para a independência das ex-províncias portuguesas em África foram figuras proeminentes do partido socialista. Foi, na sua base, o partido socialista quem “deu” de livre arbítrio a independência dos territórios aos líderes dos movimentos guerrilheiros que combatiam contra Portugal.
Os socialistas portugueses nunca negaram a sua aproximação aos líderes dos grupos terroristas na luta pela independência e que lutaram contra Portugal, destruindo bens, cometendo crimes selváticos em populações indefesas, com matanças à catana que as fotos da época revelam.
Mário Soares e seu filho João Soares tiveram grande afinidade com Jonas Savimbi, líder da Unita, brutalmente morto pelos militares do MPLA, partido que está no governo de Angola. Almeida Santos e outros socialistas nunca esconderam as boas relações com o líder da Frelimo, Samora Machel, que esteve à frente do governo de Moçambique até que veio a morrer num acidente de aviação, também cuja causa nunca foi claramente esclarecida. Jonas Savimbi e a Unita bem como Samora Machel e a Frelimo lutaram contra Portugal, foram inimigos de Portugal. Não estamos em condições de afirmar que os socialistas mencionados lutaram ou conspiraram contra o seu próprio país, apenas das afinidades que tinham com inimigos de Portugal.
Recentemente, por ocasião da visita a Moçambique, o primeiro-ministo/secretário- geral do partido socialista, perante a incredibilidade da maioria dos portugueses, “ofereceu” àquele novel país parte importante e emblemática do património do Estado português que ainda restava em Africa, a barragem de Cabora Bassa. Delapida-se o património Nacional em favor de um país estrangeiro enquanto que, a Região Autónoma da Madeira, parcela ainda Portuguesa, é traiçoeiramente penalizada a coberto de atitudes revanchistas que põem em causa o cumprimento de objectivos desenvolvimentistas da Região e a própria coesão nacional.
As novas gerações estão a passar à margem desta crua realidade e os livros, muitos deles escritos por escribas com interesses desconhecidos, narram aquilo que a linha de orientação lhes é favorável ou pedida. Faz bem afirmar que Portugal tinha que sair de África e deixar os territórios para os africanos, que já não fazia sentido a presença portuguesa naqueles territórios quando outras potências já tinham dado a independência às suas colónias. Estes argumentos fazem sentido como também o de acabar com o envio de jovens militares para uma guerra que todos sabiam que nunca Portugal sairia totalmente vencedor. Tudo isto faz sentido. Só que as independências, não tendo sido “preparadas” em situação política anterior, tudo teria sido bem diferente e legítimo com o advento do regime democrático.
O que os livros não contam é que nestes territórios ex-portugueses já morreram, em situação de guerra, muito mais africanos, depois que foi concedida a independência, do que durante os catorze anos de guerra contra Portugal e talvez durante os cerca de 500 anos de colonização portuguesa bem como as condições sociais e de vida se degradaram de forma cruel e aviltante.
O socialista José Sócrates durante a visita que fez este ano a Luanda referiu que agora existe um “novo” Portugal e uma “nova” Angola mas seria bom saber qual o verdadeiro sentido dos vocábulos “novo e nova.”
O passado não se limpa com a passagem de uma esponja. Isso é falso e é fugir às responsabilidades. Sempre defendemos a transparência em tudo aquilo que aos portugueses diz respeito e é mau andarem a esconder a verdade dos factos às novas gerações.
Portugal (embora nunca tendo sido um bom administrador no sentido dos gerais interesses da Nação), foi uma potência mundial que teve territórios na Ásia, na América do Sul e em África, mas tudo perdeu. Alguém contou a verdade dos factos, com objectividade, em poucas linhas e sem rodeios?
Passados 30 anos ainda é grande a dor sentida por muitos desalojados portugueses das ex-colónias.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Um mau governo
As reformas que o governo tem feito são socialmente injustas. A pobreza está a aumentar e 2007 agravará a situação. Governos que governam virados para dentro, para si próprios, empobrecem qualquer país. É o que o mau governo PS está a fazer. Infelizmente
As reformas que o país precisa no ensino, na saúde, na justiça e noutras áreas fundamentais não são feitas, há sempre um adiar de programas eleitorais e promessas por cumprir. Para reformar questões fundamentais que vão pôr em causa o funcionamento de Instituições, Regiões e Autarquias, já há pressa em legislar.
A actuação do governo está a ser nivelada por baixo, fazendo-se notar através de intervenções e decisões contraditórias, voltando as costas às grandes causas para se preocupar com as bagatelas. A Comissão Europeia voltou esta semana a pôr em causa o cumprimento do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) por parte de Portugal.
Há partidos que não sabem estar no governo ou não sabem governar com maiorias absolutas, exemplo do PS, tomando como seu o destino do país. Podem os socialistas estarem convencidos que estão a governar bem. Até pode parecer, aos mais incautos, que estão a dar o seu melhor, graças á volumosa verba orçamentada para “promoção”, mas o que está à vista é que o país está mais dividido, mais endividado e a perder confiança.
Desde que o governo tomou posse (Maio de 2005) já encerram mais empresas no Continente que em igual período anterior, menos multinacionais se instalram no país e mais empresas de topo encerram as fábricas em Portugal o foram instalar-se noutros países entre os quais em Espanha onde a mão de obra é mais cara.
Este Natal é dos mais penosos para os cerca de 500 mil desempregados em Portugal e para milhares de pequenas e médias empresas que estão à beira da falência. O governo faz vista grossa às pequenas e médias economias pondo em causa milhares de postos de trabalho. Um governo que dá prioridade a um TVG, a um novo Aeroporto na OTA, a uma nova ponte sobre o Tejo, com custos financeiros que davam para modernizar o tecido empresarial de norte a sul do país, é um governo que governa de gabinetes, longe do país tal como é.
Os portugueses são vítimas das opções que tomam quando são chamados a votar. E no entanto temos os melhores trabalhadores do mundo, com uma forte capacidade de trabalho, educação e disciplina, mesmo por parte dos que não tiveram condições para irem mais além nos estudos nem acesso aos cursos técnico-profissionais.
Os jovens e os trabalhadores portugueses não cometem os disparates que cometem uma significativa percentagem dos cidadãos ingleses, alemães, franceses, holandeses e outros que são responsáveis por actos de alguma bestialidade com desrespeito pelos governos e forças policiais, praticando manifestações de violência, consumidores de excesso de álcool e de drogas. Somos um povo inteligente, respeitador, educado e que não se deixa facilmente levar pelas provocações gratuitas.
Os portugueses madeirenses têm demonstrado ser um povo superior porque a insularidade, as contrariedades, os revanchismos e as vinganças obriga-os a temperar bem as ideias e as decisões. É muito mais fácil viver no Continente que nas ilhas, particularmente nas principais cidades, onde há de tudo e o custo dos bens essenciais é mais baixo.
O desenvolvimento que a Madeira e o Porto Santo atingiram, nestes últimos 30 anos, é surpreendente para os portugueses do Continente e dos Açores como para os estrangeiros. Foram precisos apoios financeiros comunitários e do OE mas por muito fundos comunitários que fossem disponibilizados se não tem havido uma planificação de projectos prioritários a Região estaria como estão os Açores e outras regiões com atrasos incompreensíveis quando receberam mais verbas que a Madeira.
É por isso que os madeirenses condenam as decisões do governo socialista da República por considerar que esta Região não precisa de se desenvolver mais e decide aumentar as verbas para os Açores e diminuir para a Madeira. Como se os madeirenses sejam culpados pelo atraso dos Açores que receberam os mais apoios financeiros que a Madeira, desde que Portugal entrou para a União Europeia a 1 de Janeiro de 1986.
Um governo que confunde deveres de Estado com questões partidárias e não demonstra capacidade para fomentar o desenvolvimento global do país é um mau governo.
E não estamos a falar daquelas áreas que o governo evita abordar e que é um flagelo social, como seja a pobreza que faz de Portugal um dos países mais pobre da União Europeia, dos baixos salários e do emprego precário, dos mais ricos e dos pobres mais pobres.
As reformas que o governo tem feito são socialmente injustas. A pobreza está a aumentar e 2007 agravará a situação. Governos que governam virados para dentro, para si próprios, empobrecem qualquer país. É o que o mau governo PS está a fazer. Infelizmente.
As reformas que o país precisa no ensino, na saúde, na justiça e noutras áreas fundamentais não são feitas, há sempre um adiar de programas eleitorais e promessas por cumprir. Para reformar questões fundamentais que vão pôr em causa o funcionamento de Instituições, Regiões e Autarquias, já há pressa em legislar.
A actuação do governo está a ser nivelada por baixo, fazendo-se notar através de intervenções e decisões contraditórias, voltando as costas às grandes causas para se preocupar com as bagatelas. A Comissão Europeia voltou esta semana a pôr em causa o cumprimento do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) por parte de Portugal.
Há partidos que não sabem estar no governo ou não sabem governar com maiorias absolutas, exemplo do PS, tomando como seu o destino do país. Podem os socialistas estarem convencidos que estão a governar bem. Até pode parecer, aos mais incautos, que estão a dar o seu melhor, graças á volumosa verba orçamentada para “promoção”, mas o que está à vista é que o país está mais dividido, mais endividado e a perder confiança.
Desde que o governo tomou posse (Maio de 2005) já encerram mais empresas no Continente que em igual período anterior, menos multinacionais se instalram no país e mais empresas de topo encerram as fábricas em Portugal o foram instalar-se noutros países entre os quais em Espanha onde a mão de obra é mais cara.
Este Natal é dos mais penosos para os cerca de 500 mil desempregados em Portugal e para milhares de pequenas e médias empresas que estão à beira da falência. O governo faz vista grossa às pequenas e médias economias pondo em causa milhares de postos de trabalho. Um governo que dá prioridade a um TVG, a um novo Aeroporto na OTA, a uma nova ponte sobre o Tejo, com custos financeiros que davam para modernizar o tecido empresarial de norte a sul do país, é um governo que governa de gabinetes, longe do país tal como é.
Os portugueses são vítimas das opções que tomam quando são chamados a votar. E no entanto temos os melhores trabalhadores do mundo, com uma forte capacidade de trabalho, educação e disciplina, mesmo por parte dos que não tiveram condições para irem mais além nos estudos nem acesso aos cursos técnico-profissionais.
Os jovens e os trabalhadores portugueses não cometem os disparates que cometem uma significativa percentagem dos cidadãos ingleses, alemães, franceses, holandeses e outros que são responsáveis por actos de alguma bestialidade com desrespeito pelos governos e forças policiais, praticando manifestações de violência, consumidores de excesso de álcool e de drogas. Somos um povo inteligente, respeitador, educado e que não se deixa facilmente levar pelas provocações gratuitas.
Os portugueses madeirenses têm demonstrado ser um povo superior porque a insularidade, as contrariedades, os revanchismos e as vinganças obriga-os a temperar bem as ideias e as decisões. É muito mais fácil viver no Continente que nas ilhas, particularmente nas principais cidades, onde há de tudo e o custo dos bens essenciais é mais baixo.
O desenvolvimento que a Madeira e o Porto Santo atingiram, nestes últimos 30 anos, é surpreendente para os portugueses do Continente e dos Açores como para os estrangeiros. Foram precisos apoios financeiros comunitários e do OE mas por muito fundos comunitários que fossem disponibilizados se não tem havido uma planificação de projectos prioritários a Região estaria como estão os Açores e outras regiões com atrasos incompreensíveis quando receberam mais verbas que a Madeira.
É por isso que os madeirenses condenam as decisões do governo socialista da República por considerar que esta Região não precisa de se desenvolver mais e decide aumentar as verbas para os Açores e diminuir para a Madeira. Como se os madeirenses sejam culpados pelo atraso dos Açores que receberam os mais apoios financeiros que a Madeira, desde que Portugal entrou para a União Europeia a 1 de Janeiro de 1986.
Um governo que confunde deveres de Estado com questões partidárias e não demonstra capacidade para fomentar o desenvolvimento global do país é um mau governo.
E não estamos a falar daquelas áreas que o governo evita abordar e que é um flagelo social, como seja a pobreza que faz de Portugal um dos países mais pobre da União Europeia, dos baixos salários e do emprego precário, dos mais ricos e dos pobres mais pobres.
As reformas que o governo tem feito são socialmente injustas. A pobreza está a aumentar e 2007 agravará a situação. Governos que governam virados para dentro, para si próprios, empobrecem qualquer país. É o que o mau governo PS está a fazer. Infelizmente.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
PS-Madeira nunca esteve no Poder Autárquico ?
Alguns socialistas continentais, entre governantes, autarcas e deputados, desconheciam que os socialistas da Madeira já estiveram no poder de duas das principais Câmaras Municipais da Região, Porto Santo e Machico, e de algumas Juntas de Freguesia.
Os socialistas do Continente desconhecem que os socialistas da Madeira e do Porto Santo também já estiveram no poder e que só não foram mais além porque não foram suficientemente capazes de mobilizar o eleitorado que os elegeu. Dito isto, ficámos surpreendidos quando há dias lemos na imprensa continental a notícia de que os socialistas madeirenses nunca estiveram no poder político nesta Região Autónoma, não apenas no Governo como nas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia.
Elogiavam a caminhada vitoriosa que os socialistas açorianos fizeram a nível dos quatro poderes e citavam como tal a Assembleia Legislativa Regional, o Governo Regional, algumas Câmaras e algumas Juntas de Freguesia. Os poderes a que chegaram os socialistas açorianos. Alguns socialistas continentais, entre governantes, autarcas e deputados, desconheciam que os socialistas da Madeira já estiveram no poder de duas das principais Câmaras Municipais da Região, Porto Santo e Machico, e de algumas Juntas de Freguesia.
Os socialistas continentais elogiam os seus kamaradas açorianos e ignoram os kamaradas madeirenses. Começa-se a perceber o facto de nunca os governos socialistas terem convidado para o governo, para cargos de ministros e para outras funções governamentais, socialistas da Madeira, quando vários socialistas dos Açores já ocuparam diversas pastas nos governos socialistas da República. Bernardo Trindade, actual secretário de Estado do Turismo, é das poucas excepções que o PS-Madeira “deu” à República.
Aqui chegados, o PS nacional parece não dar muita atenção ao PS-Madeira e esta indiferença vem desde os primeiros anos da democracia, quando alguns líderes socialistas vinham à Madeira falar em nome dos socialistas locais como se estes não soubessem falar com melhor conhecimento das situações regionais. Ficou célebre a acusação de Mário Soares (lisboeta) e Jaime Gama (açoriano) de que havia défice democrático na Madeira quando afinal havia mais partidos da oposição na Assembleia Legislativa Regional do que na Assembleia da República.
Os socialistas continentais sentiam-se como que enganados pelas informações que lhes prestavam os seus kamaradas da Madeira e caíam no ridículo sem darem por isso. Ainda na última festa do PS na Fonte do Bispo a “vedeta” da festa socialista dos madeirenses foi um socialista do continente, tendo a comunicação social da região e nacional posto em destaque a intervenção do socialista que veio de fora. Precisamente o inverso do que sempre tem acontecido com as festas do PSD, no Chão da Lagoa, que com ou sem convidados políticos vindos do Continente, a “vedeta” é madeirense.
Foi Mário Soares, antes de ser primeiro-ministro e presidente da República, quem disse que as Câmaras Municipais e as Juntas de Freguesia são os poderes que melhor preparam os políticos para mais altos poderes. Jorge Sampaio passou de presidente da Câmara de Lisboa para a presidência da República. Os presidentes das Autarquias (Câmaras e Juntas de Freguesia) têm a oportunidade de contactar mais de perto com as populações o que lhes permite criar uma ligação que pesa na decisão da votação.
Regra geral, os presidentes de Câmaras e de Juntas de Freguesia permanecem no poder durante vários anos e só deixam o cargo por razões pessoais ou outras razões (felizmente poucas) menos lícitas. Mesmo assim, como foi o caso Felgueiras, o eleitorado votou na “sua” presidente, quando todas as previsões lhe davam a derrota.
Em Machico e no Porto Santo os socialistas tiveram o poder e tempo mais que suficiente para darem provas da sua competência ao eleitorado. Tiveram tudo para continuarem a merecer a confiança das populações dos concelhos de Machico e do Porto Santo, mas falharam nos compromissos assumidos, não foram capazes de reconhecer as falhas que cometeram e, pior ainda, foi a tentativa de culpar o governo pelos seus fracassos no poder autárquico, como se o governo impusesse regras na gestão camarária. Se tal acontecesse tinham provas que a ser verdadeiras seria compreendidas e aceites pelas populações de Machico e do Porto Santo. O que tiveram foi um “chumbo” eleitoral nas eleições seguintes.
Quanto um partido não consegue governar bem no poder autárquico, a tal Escola para mais altos poderes, como pode estar preparado para assumir mais altas funções? Nada abonatório também é a desconsideração, por desconhecimento, dos socialistas continentais quando dizem que o PS-Madeira nunca esteve em nenhum poder político nesta Região Autónoma. Há que promover o PS-Madeira no Continente, tal como faz o PS-Açores, para evitar tantos equívocos socialistas. Dinheiro para promoção do governo PS não falta pois no orçamento do Estado consta uma quantia de sete milhões de euros para “promoção”.
Os socialistas do Continente desconhecem que os socialistas da Madeira e do Porto Santo também já estiveram no poder e que só não foram mais além porque não foram suficientemente capazes de mobilizar o eleitorado que os elegeu. Dito isto, ficámos surpreendidos quando há dias lemos na imprensa continental a notícia de que os socialistas madeirenses nunca estiveram no poder político nesta Região Autónoma, não apenas no Governo como nas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia.
Elogiavam a caminhada vitoriosa que os socialistas açorianos fizeram a nível dos quatro poderes e citavam como tal a Assembleia Legislativa Regional, o Governo Regional, algumas Câmaras e algumas Juntas de Freguesia. Os poderes a que chegaram os socialistas açorianos. Alguns socialistas continentais, entre governantes, autarcas e deputados, desconheciam que os socialistas da Madeira já estiveram no poder de duas das principais Câmaras Municipais da Região, Porto Santo e Machico, e de algumas Juntas de Freguesia.
Os socialistas continentais elogiam os seus kamaradas açorianos e ignoram os kamaradas madeirenses. Começa-se a perceber o facto de nunca os governos socialistas terem convidado para o governo, para cargos de ministros e para outras funções governamentais, socialistas da Madeira, quando vários socialistas dos Açores já ocuparam diversas pastas nos governos socialistas da República. Bernardo Trindade, actual secretário de Estado do Turismo, é das poucas excepções que o PS-Madeira “deu” à República.
Aqui chegados, o PS nacional parece não dar muita atenção ao PS-Madeira e esta indiferença vem desde os primeiros anos da democracia, quando alguns líderes socialistas vinham à Madeira falar em nome dos socialistas locais como se estes não soubessem falar com melhor conhecimento das situações regionais. Ficou célebre a acusação de Mário Soares (lisboeta) e Jaime Gama (açoriano) de que havia défice democrático na Madeira quando afinal havia mais partidos da oposição na Assembleia Legislativa Regional do que na Assembleia da República.
Os socialistas continentais sentiam-se como que enganados pelas informações que lhes prestavam os seus kamaradas da Madeira e caíam no ridículo sem darem por isso. Ainda na última festa do PS na Fonte do Bispo a “vedeta” da festa socialista dos madeirenses foi um socialista do continente, tendo a comunicação social da região e nacional posto em destaque a intervenção do socialista que veio de fora. Precisamente o inverso do que sempre tem acontecido com as festas do PSD, no Chão da Lagoa, que com ou sem convidados políticos vindos do Continente, a “vedeta” é madeirense.
Foi Mário Soares, antes de ser primeiro-ministro e presidente da República, quem disse que as Câmaras Municipais e as Juntas de Freguesia são os poderes que melhor preparam os políticos para mais altos poderes. Jorge Sampaio passou de presidente da Câmara de Lisboa para a presidência da República. Os presidentes das Autarquias (Câmaras e Juntas de Freguesia) têm a oportunidade de contactar mais de perto com as populações o que lhes permite criar uma ligação que pesa na decisão da votação.
Regra geral, os presidentes de Câmaras e de Juntas de Freguesia permanecem no poder durante vários anos e só deixam o cargo por razões pessoais ou outras razões (felizmente poucas) menos lícitas. Mesmo assim, como foi o caso Felgueiras, o eleitorado votou na “sua” presidente, quando todas as previsões lhe davam a derrota.
Em Machico e no Porto Santo os socialistas tiveram o poder e tempo mais que suficiente para darem provas da sua competência ao eleitorado. Tiveram tudo para continuarem a merecer a confiança das populações dos concelhos de Machico e do Porto Santo, mas falharam nos compromissos assumidos, não foram capazes de reconhecer as falhas que cometeram e, pior ainda, foi a tentativa de culpar o governo pelos seus fracassos no poder autárquico, como se o governo impusesse regras na gestão camarária. Se tal acontecesse tinham provas que a ser verdadeiras seria compreendidas e aceites pelas populações de Machico e do Porto Santo. O que tiveram foi um “chumbo” eleitoral nas eleições seguintes.
Quanto um partido não consegue governar bem no poder autárquico, a tal Escola para mais altos poderes, como pode estar preparado para assumir mais altas funções? Nada abonatório também é a desconsideração, por desconhecimento, dos socialistas continentais quando dizem que o PS-Madeira nunca esteve em nenhum poder político nesta Região Autónoma. Há que promover o PS-Madeira no Continente, tal como faz o PS-Açores, para evitar tantos equívocos socialistas. Dinheiro para promoção do governo PS não falta pois no orçamento do Estado consta uma quantia de sete milhões de euros para “promoção”.
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
Carrascos da Autonomia
O que o governo socialista da República está a fazer contra os Madeirenses só tem identificação com o que fez o governo do Estado Novo que impôs limites à emancipação dos madeirenses, prepotência que obrigou milhares de madeirenses à emigração para poderem sobreviver
Os madeirenses nunca foram tão maltratados pelo governo da República como estão agora a ser. Depois do 25 de Abril de 1974, nunca os madeirenses foram tão desconsiderados e acusados por terem contribuindo para que Portugal fosse um país mais desenvolvido como é agora. O governo socialista da República está comportar-se com ingratidão para com tudo o que os madeirenses fizeram em prol do país.
Sempre que um governante socialista ou um político socialista fala sobre a Madeira parece estar a ver ódio no progresso, revolta contra os madeirenses, invejando o que os Madeirenses fizeram na região que foi, durante séculos, das regiões mais atrasadas de Portugal e hoje se encontra entre as mais evoluídas da Europa.
A ingratidão do governo da República, do partido socialista, está a deixar mágoas nos Madeirenses que sabem, melhor do que ninguém, o que era a ilha e como viviam as famílias madeirenses. O partido socialista tornou-se no principal inimigo dos Madeirenses e o governo da República a muralha para bloquear e impedir que o governo Regional possa cumprir o seu programa e a atingir as metas de desenvolvimento sufragas pelos eleitores madeirenses.
A ingratidão e a estupidez podem ser também atitudes de cobardia como podem ser tácticas para levar os outros a pensar que o mal não tem culpados. Se os homens são boçais e não conseguem ver para além do umbigo, têm pelo poder um pedestal de prepotência inflexível. O que temos visto no governo da República representa o poder da boçalidade, das ideias fixas, apoiado por cérebros que nunca foram capazes de ver a Região e o País tal como são. Políticos e governantes deste jaez, onde se incluem os deputados nacionais pela Madeira, há por ai aos pontapés, como se diz na gíria. Tanta arrogância e tanta ignorância juntas só vimos na democracia portuguesa nos anos da desgovernação, do exercício do poder pelos governos provisórios, dos anos mais conturbados da política, da massificação apressada do comunismo e do socialismo e do período negro do gonçalvismo.
Está à vista de todos a vergonhosa prepotência que o governo da República está a ter para com o governo Regional da Madeira. Não é apenas a imposição da Lei das Finanças Regionais que penaliza intencionalmente os Madeirenses, não são os cortes no Orçamento do Estado em matéria de transferência para a Madeira, nem é puramente uma questão financeira. O que o governo da República está a fazer é a tentar levar os Madeirenses contra os Madeirenses, a dividir para reinar, é provocar uma guerrilha de desgaste no PSD da Madeira, no Presidente do Governo Regional da Madeira e no seio dos Madeirenses. Enganam-se os que assim procedem porque o povo Madeirense não é estúpido e por isso o Partido Socialista está isolado. É de realçar e enaltecer a atitude assumida pelos Partidos da Oposição na Madeira, que apesar da enorme distância que no plano ideológico os separa do Partido Social Democrata, tomaram uma postura condigna colocando, em primeiro plano, a defesa dos interesses da Madeira e dos Madeirenses.
Não vemos das cúpulas da governação do País, incluindo o presidente da República, um único gesto de solidariedade para com os madeirenses, antes mostram-se adversários e até deliram com as dificuldades impostas, a meio de um mandato de quatro anos, ao governo Regional da Madeira. São canalhices que estão a magoar os Madeirenses residentes e nas comunidades.
Esta boçalidade dos socialistas funcionou em Lisboa quando o anterior Presidente da República permitiu o esvaziamento do governo chefiado por Santana Lopes para dar o “golpe” da dissolução da Assembleia e levar o PS ao poder.
O que o governo socialista da República está a fazer contra os Madeirenses só tem identificação com o que fez o governo do Estado Novo que impôs limites à emancipação dos madeirenses, prepotência que obrigou milhares de madeirenses à emigração para poderem sobreviver. A “chaga” que hoje existe na emigração, não só na comunidade madeirense como na continental e na açoriana, deve-se à perseguição que o Estado Novo moveu tal como faz agora o governo socialista aos madeirenses.
Acontece que estamos noutra época, na era das novas tecnologias que nos colocam em permanente contacto com o mundo, o que nos permite dizer que mesmo sob a ingratidão do governo da República, que se vem assumindo como verdadeiro carrasco da Autonomia, a atitude dos Madeirenses não será de submissão, como os socialistas pretendem, travando o desenvolvimento da Região para que os madeirenses voltem a ter um nível de vida semelhante às regiões mais atrasadas de Portugal.
Os madeirenses nunca foram tão maltratados pelo governo da República como estão agora a ser. Depois do 25 de Abril de 1974, nunca os madeirenses foram tão desconsiderados e acusados por terem contribuindo para que Portugal fosse um país mais desenvolvido como é agora. O governo socialista da República está comportar-se com ingratidão para com tudo o que os madeirenses fizeram em prol do país.
Sempre que um governante socialista ou um político socialista fala sobre a Madeira parece estar a ver ódio no progresso, revolta contra os madeirenses, invejando o que os Madeirenses fizeram na região que foi, durante séculos, das regiões mais atrasadas de Portugal e hoje se encontra entre as mais evoluídas da Europa.
A ingratidão do governo da República, do partido socialista, está a deixar mágoas nos Madeirenses que sabem, melhor do que ninguém, o que era a ilha e como viviam as famílias madeirenses. O partido socialista tornou-se no principal inimigo dos Madeirenses e o governo da República a muralha para bloquear e impedir que o governo Regional possa cumprir o seu programa e a atingir as metas de desenvolvimento sufragas pelos eleitores madeirenses.
A ingratidão e a estupidez podem ser também atitudes de cobardia como podem ser tácticas para levar os outros a pensar que o mal não tem culpados. Se os homens são boçais e não conseguem ver para além do umbigo, têm pelo poder um pedestal de prepotência inflexível. O que temos visto no governo da República representa o poder da boçalidade, das ideias fixas, apoiado por cérebros que nunca foram capazes de ver a Região e o País tal como são. Políticos e governantes deste jaez, onde se incluem os deputados nacionais pela Madeira, há por ai aos pontapés, como se diz na gíria. Tanta arrogância e tanta ignorância juntas só vimos na democracia portuguesa nos anos da desgovernação, do exercício do poder pelos governos provisórios, dos anos mais conturbados da política, da massificação apressada do comunismo e do socialismo e do período negro do gonçalvismo.
Está à vista de todos a vergonhosa prepotência que o governo da República está a ter para com o governo Regional da Madeira. Não é apenas a imposição da Lei das Finanças Regionais que penaliza intencionalmente os Madeirenses, não são os cortes no Orçamento do Estado em matéria de transferência para a Madeira, nem é puramente uma questão financeira. O que o governo da República está a fazer é a tentar levar os Madeirenses contra os Madeirenses, a dividir para reinar, é provocar uma guerrilha de desgaste no PSD da Madeira, no Presidente do Governo Regional da Madeira e no seio dos Madeirenses. Enganam-se os que assim procedem porque o povo Madeirense não é estúpido e por isso o Partido Socialista está isolado. É de realçar e enaltecer a atitude assumida pelos Partidos da Oposição na Madeira, que apesar da enorme distância que no plano ideológico os separa do Partido Social Democrata, tomaram uma postura condigna colocando, em primeiro plano, a defesa dos interesses da Madeira e dos Madeirenses.
Não vemos das cúpulas da governação do País, incluindo o presidente da República, um único gesto de solidariedade para com os madeirenses, antes mostram-se adversários e até deliram com as dificuldades impostas, a meio de um mandato de quatro anos, ao governo Regional da Madeira. São canalhices que estão a magoar os Madeirenses residentes e nas comunidades.
Esta boçalidade dos socialistas funcionou em Lisboa quando o anterior Presidente da República permitiu o esvaziamento do governo chefiado por Santana Lopes para dar o “golpe” da dissolução da Assembleia e levar o PS ao poder.
O que o governo socialista da República está a fazer contra os Madeirenses só tem identificação com o que fez o governo do Estado Novo que impôs limites à emancipação dos madeirenses, prepotência que obrigou milhares de madeirenses à emigração para poderem sobreviver. A “chaga” que hoje existe na emigração, não só na comunidade madeirense como na continental e na açoriana, deve-se à perseguição que o Estado Novo moveu tal como faz agora o governo socialista aos madeirenses.
Acontece que estamos noutra época, na era das novas tecnologias que nos colocam em permanente contacto com o mundo, o que nos permite dizer que mesmo sob a ingratidão do governo da República, que se vem assumindo como verdadeiro carrasco da Autonomia, a atitude dos Madeirenses não será de submissão, como os socialistas pretendem, travando o desenvolvimento da Região para que os madeirenses voltem a ter um nível de vida semelhante às regiões mais atrasadas de Portugal.
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
Governo e PS “disparam” sobre a Madeira
Entende o governo da República e o Partido Socialista que a Madeira já progrediu muito em relação às outras regiões e por isso tem que afrouxar o seu crescimento. Não conhecemos país algum em que o governo central se oponha ao desenvolvimento das suas regiões. Em Portugal, país dos mais atrasados da União Europeia, isso acontece e com a gravidade de ser o próprio governo central a manifestar-se publicamente contra o crescimento de uma sua região
A política portuguesa precisa de uma profunda reformulação para que não venha a acontecer os tristes episódios do Estado Novo que governou miseravelmente Portugal durante quase meio século. O poder não tem idade de exercício mas há quem em pouco tempo, e por vilania, tome decisões velhas e de represália na tentativa de destruir uns e favorecer outros.
Em cerca de dois anos na governação do país, o PS já assinou mais sanções contra desenvolvimento e contra a sociedade no seu todo que pôs na primeira linha manifestações e greves como há muito não se via. São poucos nenhuns os sectores sociais e profissionais que não estejam em desacordo com o governo chefiado por José Sócrates.
Desde os funcionários públicos, professores, médicos, forças policiais, banqueiros, empresários, com todos, o governo tem criado um mal estar. Este governo socialista procura atingir alvos sem olhar às consequências, actuando ao estilo do “mando e posso” tal como procedem os governos do poder absoluto. Não conhecemos a verdadeira base ideológica dos ministros e do primeiro-ministro, assim como dos secretários de Estado e de todos aqueles que fazem parte do aparelho socialista, mas ficamos com a sensação que há muita ideologia próxima da acção comunista totalitária.
As posições do PS e do governo sobre a Lei das Finanças Regionais, (já aprovada só com os votos do PS onde se incluem, miseravelmente, os dos deputados pela Madeira), e mais objectivamente sobre a Madeira, os madeirenses, e mais descaradamente sobre o presidente do Governo Regional, vão muito além dos aspectos financeiros, do PIB ou de questões inerentes à solidariedade nacional. É descaradamente os interesses eleitorais do Partido Socialista a se sobreporem aos interesses do Estado. O governo abriu frontalmente uma “guerra” à Madeira e impôs a sua lei como bem quis e entendeu.
É visível a loucura do PS e do governo da República em colocar a Madeira e os madeirenses como os mais gastadores dos dinheiros públicos. Faz intencional arruaça contra os madeirenses, mentindo sempre que fala sobre a Madeira, vestindo a pele de cordeiro com pena dos outros portugueses de outras regiões do Continente e dos Açores.
Não explica o porquê do atraso numas regiões e o porque do desenvolvimento noutras regiões. Prefere o governo e o partido socialista bombardear a Madeira e os madeirenses só porque nesta Região foi onde Portugal mais se desenvolveu, mais infra-estruturas concretizou e mais rapidamente conseguiu sair do trauma miserabilista que o país herdou do antigo regime.
A Madeira era das regiões mais pobres à entrada para a democracia, porventura com a maior taxa de analfabetismo do país, com a maior percentagem de emigrantes, com enormes atrasos na rede viária, nas comunicações, nos transportes, nos elementos primários como a água, luz e telefone na casa das pessoas, com um parques escolar velho e degradado, sem rede de saúde e uma economia globalmente atrasada.
Foi preciso começar pelo princípio, abrir estradas, avançar para as vias rápidas, investir fortemente na habitação, criar as bases primárias que a região não tinha porque o governo da República nunca se preocupou com os madeirenses. As casas de colmo, as grutas feitas habitações, a colonia, o escravizante trabalho agrícola, a luz a petróleo, a lenha nas lareiras, a enorme falta de emprego e consequente pobreza financeira. Os madeirenses foram durante séculos um povo espezinhado pelo governo da República.
Agora que as obras prioritárias obras estão feitas, que começa a haver condições para o Governo Regional avançar para a fase seguinte, de investimento nas novas tecnologias, no apoio ao sector privado e no crescimento da economia, criando mais indústria, mais postos de trabalho e dotando a região com os meios destinados a um melhor rendimento às famílias, aparece o governo da República e o PS colocar barreiras para que os madeirenses não possam avançar mais, até que as outras regiões mais atrasadas concluem as infra-estruturas e tudo aquilo que a Madeira deu prioridade e conseguiu concretizar, em grande parte com a ajuda dos fundos comunitários.
Entende o governo da República e o Partido Socialista que a Madeira já progrediu muito em relação às outras regiões e por isso tem que afrouxar o seu crescimento. Não conhecemos país algum em que o governo central se oponha ao desenvolvimento das suas regiões. Em Portugal, país dos mais atrasados da União Europeia, isso acontece e com a gravidade de ser o próprio governo central a manifestar-se publicamente contra o crescimento de uma sua região.
É tempo de começar a traçar fileiras e enfrentar os ataques que o governo da República, do PS, estão a fazer à Madeira e aos madeirenses. Não podemos admitir que nos queiram voltar a considerar “portugueses de segunda” como aconteceu durante mais de 500 anos.
A política portuguesa precisa de uma profunda reformulação para que não venha a acontecer os tristes episódios do Estado Novo que governou miseravelmente Portugal durante quase meio século. O poder não tem idade de exercício mas há quem em pouco tempo, e por vilania, tome decisões velhas e de represália na tentativa de destruir uns e favorecer outros.
Em cerca de dois anos na governação do país, o PS já assinou mais sanções contra desenvolvimento e contra a sociedade no seu todo que pôs na primeira linha manifestações e greves como há muito não se via. São poucos nenhuns os sectores sociais e profissionais que não estejam em desacordo com o governo chefiado por José Sócrates.
Desde os funcionários públicos, professores, médicos, forças policiais, banqueiros, empresários, com todos, o governo tem criado um mal estar. Este governo socialista procura atingir alvos sem olhar às consequências, actuando ao estilo do “mando e posso” tal como procedem os governos do poder absoluto. Não conhecemos a verdadeira base ideológica dos ministros e do primeiro-ministro, assim como dos secretários de Estado e de todos aqueles que fazem parte do aparelho socialista, mas ficamos com a sensação que há muita ideologia próxima da acção comunista totalitária.
As posições do PS e do governo sobre a Lei das Finanças Regionais, (já aprovada só com os votos do PS onde se incluem, miseravelmente, os dos deputados pela Madeira), e mais objectivamente sobre a Madeira, os madeirenses, e mais descaradamente sobre o presidente do Governo Regional, vão muito além dos aspectos financeiros, do PIB ou de questões inerentes à solidariedade nacional. É descaradamente os interesses eleitorais do Partido Socialista a se sobreporem aos interesses do Estado. O governo abriu frontalmente uma “guerra” à Madeira e impôs a sua lei como bem quis e entendeu.
É visível a loucura do PS e do governo da República em colocar a Madeira e os madeirenses como os mais gastadores dos dinheiros públicos. Faz intencional arruaça contra os madeirenses, mentindo sempre que fala sobre a Madeira, vestindo a pele de cordeiro com pena dos outros portugueses de outras regiões do Continente e dos Açores.
Não explica o porquê do atraso numas regiões e o porque do desenvolvimento noutras regiões. Prefere o governo e o partido socialista bombardear a Madeira e os madeirenses só porque nesta Região foi onde Portugal mais se desenvolveu, mais infra-estruturas concretizou e mais rapidamente conseguiu sair do trauma miserabilista que o país herdou do antigo regime.
A Madeira era das regiões mais pobres à entrada para a democracia, porventura com a maior taxa de analfabetismo do país, com a maior percentagem de emigrantes, com enormes atrasos na rede viária, nas comunicações, nos transportes, nos elementos primários como a água, luz e telefone na casa das pessoas, com um parques escolar velho e degradado, sem rede de saúde e uma economia globalmente atrasada.
Foi preciso começar pelo princípio, abrir estradas, avançar para as vias rápidas, investir fortemente na habitação, criar as bases primárias que a região não tinha porque o governo da República nunca se preocupou com os madeirenses. As casas de colmo, as grutas feitas habitações, a colonia, o escravizante trabalho agrícola, a luz a petróleo, a lenha nas lareiras, a enorme falta de emprego e consequente pobreza financeira. Os madeirenses foram durante séculos um povo espezinhado pelo governo da República.
Agora que as obras prioritárias obras estão feitas, que começa a haver condições para o Governo Regional avançar para a fase seguinte, de investimento nas novas tecnologias, no apoio ao sector privado e no crescimento da economia, criando mais indústria, mais postos de trabalho e dotando a região com os meios destinados a um melhor rendimento às famílias, aparece o governo da República e o PS colocar barreiras para que os madeirenses não possam avançar mais, até que as outras regiões mais atrasadas concluem as infra-estruturas e tudo aquilo que a Madeira deu prioridade e conseguiu concretizar, em grande parte com a ajuda dos fundos comunitários.
Entende o governo da República e o Partido Socialista que a Madeira já progrediu muito em relação às outras regiões e por isso tem que afrouxar o seu crescimento. Não conhecemos país algum em que o governo central se oponha ao desenvolvimento das suas regiões. Em Portugal, país dos mais atrasados da União Europeia, isso acontece e com a gravidade de ser o próprio governo central a manifestar-se publicamente contra o crescimento de uma sua região.
É tempo de começar a traçar fileiras e enfrentar os ataques que o governo da República, do PS, estão a fazer à Madeira e aos madeirenses. Não podemos admitir que nos queiram voltar a considerar “portugueses de segunda” como aconteceu durante mais de 500 anos.
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
Inimigos de Portugal
O primeiro ministro Eng. José Sócrates mal tomou posse passou a comportar-se, odiosamente, como um lutador sem luvas para um combate sem regras para derrubar o presidente do governo Regional da Madeira, Dr. Alberto João Jardim. Como não consegue através de actos eleitorais, livres e democráticos, decide mandar o governo da República recorrer a todos os meios possíveis e ilegais para reduzir o envio de verbas a que a região tem direito por via do Orçamento do Estado, e transformar a Lei das Finanças Regionais em arma apontada contra os madeirenses
Portugal é um país de governantes pequeninos no seio da Europa e no espaço mundial. Temos portugueses que são inimigos e traidores de Portugal, nivelam a sua acção política e governamental pela mediocridade, mentem nas campanhas eleitorais e fazem do poder um palco de vinganças contra aqueles que lutaram para que Portugal fosse e seja sempre um país mais desenvolvido.
Há quem diga que esta revolta contra o progresso português vem dos tempos de D. Afonso Henriques (que, no dizer do povo batia na mãe, e que, segundo insuspeitos historiadores era, afinal, filho legítimo de Egas Moniz, porquanto o verdadeiro futuro rei morrera no berço.!), prolongou-se por toda a monarquia até 1910, continuou em desordem na I República e foi metido a ferros durante o Estado Novo, por cerca de 47 anos. Quando se dá a queda do regime e se abriam caminhos para a democracia (com cravos vermelhos na ponta das armas automáticas G3), os portugueses acreditaram que Portugal deixaria finalmente de ser displicente, indolente e ingénuo.
Enganamo-nos. Enganaram-se os pouco mais de dez milhões de portugueses. A primeira grande “facada pelas costas” na democracia foi dada pelos socialistas e comunistas portugueses com a entrega dos territórios portugueses em África a bandos de guerrilheiros armados pela URSS, China e Cuba. Foram os momentos mais dramáticos e negros da história de Portugal, a mais velha nação da Europa, com mais de 800 anos.
A África, por teimosia do regime salazarista e de outras forças interessadas na exploração dos territórios africanos, foi a pior das emboscadas em que Portugal caiu nos séculos mais recentes. Forças internacionais socialistas e comunistas, com braços estendidos a Portugal continental, armaram ciladas à governação portuguesa, montaram emboscadas em todas as frentes, pondo como ponto de honra a queda do regime e, pelo que se veio a constatar, pouco ou nenhum o interesse pela melhoria da qualidade de vida dos portugueses e dos povos africanos.
Quando vimos o primeiro Ministro José Sócrates e secretário geral do partido socialista a correr desportivamente, rodeado de guarda-costas, na marginal de Luanda, lembramo-nos daqueles milhares de portugueses que foram espoliados dos seus bens em plena cidade de Luanda, atacados mortalmente e obrigados a fugir para o Continente e Ilhas, em fuga à matança de portugueses inocentes.
Foi exactamente o partido de Sócrates, em sintonia com os partidos comunistas que tudo fez para que Angola e as outras províncias portuguesas africanas fossem para as mãos de bandoleiros. Mais de 400 mil retornados, vidas destruídas, massacre sem precedentes na história de Portugal. O partido Socialista tem de facto muitas culpas naquilo que é hoje os antigos territórios portugueses em África, estados pobres e onde se morre à fome em regiões com ilimitada riqueza.
A Madeira, apesar de ter motivos para reivindicar a independência, tem-se mantido fiel a Portugal. E foi na Madeira, como testemunham os que conheceram a ilha antes de 1974 e depois desta data, que Portugal mais se terá desenvolvido, em todas as áreas. A ilha pobre, atrasada e a séculos de distância do Continente e da Europa, tornou-se em 30 anos a região que mais cresceu e se desenvolveu em Portugal e na Europa comunitária.
Chegados a 2006, os madeirenses são castigados pelo governo socialista da República pelo progresso que conseguiram alcançar em prol de Portugal. Que tamanha ingratidão, que revoltante traição. Os madeirenses não podem cruzar os braços perante um governo socialista que mostra ter “raiva” do progresso da região, dos efeitos notáveis do investimento, de uma região que depois de ter construído os primeiros alicerces se prepara agora para criar uma maior sustentabilidade e uma ainda melhor qualidade de vida para todos.
O primeiro ministro Eng. José Sócrates mal tomou posse como primeiro-ministro passou a comportar-se, odiosamente, como um lutador sem luvas para um combate sem regras para derrubar o presidente do governo Regional da Madeira, Dr.Alberto João Jardim. Como não consegue através de actos eleitorais, livres e democráticos, decide mandar o governo da República recorrer a todos os meios possíveis e ilegais para reduzir o envio de verbas a que a região tem direito por via do Orçamento do Estado, e transformar a Lei das Finanças Regionais em arma apontada contra os madeirenses.
São estes portugueses (como o Eng. José Sócrates) que nós dizemos que são inimigos de Portugal. O desenvolvimento da Madeira é progresso português. Se quer o governo do Eng. José Sócrates se ver livre da Madeira e dos madeirenses, que seja honesto e correcto com os portugueses desta Região Autónoma. Não seja traidor para com os madeirenses. A indignidade tem limites.
NB: Para o senhor Carlos César, socialista e presidente do governo Regional dos Açores:
A riqueza de uma nação está no seu povo e a sua identificação na sua riqueza linguística e dialéctica. Os falares do povo é o que de mais genuíno existe e deve ser mantido e enaltecido. Digo-lhe, apenas, que foi infeliz com a pobre imitação degradante que quis dar com a semilha. Veja no dicionário como se pronuncia e o seu significado. Deixou os madeirenses contra si, não contra os açorianos. Oiça a sua voz e veja-se ao espelho.
Portugal é um país de governantes pequeninos no seio da Europa e no espaço mundial. Temos portugueses que são inimigos e traidores de Portugal, nivelam a sua acção política e governamental pela mediocridade, mentem nas campanhas eleitorais e fazem do poder um palco de vinganças contra aqueles que lutaram para que Portugal fosse e seja sempre um país mais desenvolvido.
Há quem diga que esta revolta contra o progresso português vem dos tempos de D. Afonso Henriques (que, no dizer do povo batia na mãe, e que, segundo insuspeitos historiadores era, afinal, filho legítimo de Egas Moniz, porquanto o verdadeiro futuro rei morrera no berço.!), prolongou-se por toda a monarquia até 1910, continuou em desordem na I República e foi metido a ferros durante o Estado Novo, por cerca de 47 anos. Quando se dá a queda do regime e se abriam caminhos para a democracia (com cravos vermelhos na ponta das armas automáticas G3), os portugueses acreditaram que Portugal deixaria finalmente de ser displicente, indolente e ingénuo.
Enganamo-nos. Enganaram-se os pouco mais de dez milhões de portugueses. A primeira grande “facada pelas costas” na democracia foi dada pelos socialistas e comunistas portugueses com a entrega dos territórios portugueses em África a bandos de guerrilheiros armados pela URSS, China e Cuba. Foram os momentos mais dramáticos e negros da história de Portugal, a mais velha nação da Europa, com mais de 800 anos.
A África, por teimosia do regime salazarista e de outras forças interessadas na exploração dos territórios africanos, foi a pior das emboscadas em que Portugal caiu nos séculos mais recentes. Forças internacionais socialistas e comunistas, com braços estendidos a Portugal continental, armaram ciladas à governação portuguesa, montaram emboscadas em todas as frentes, pondo como ponto de honra a queda do regime e, pelo que se veio a constatar, pouco ou nenhum o interesse pela melhoria da qualidade de vida dos portugueses e dos povos africanos.
Quando vimos o primeiro Ministro José Sócrates e secretário geral do partido socialista a correr desportivamente, rodeado de guarda-costas, na marginal de Luanda, lembramo-nos daqueles milhares de portugueses que foram espoliados dos seus bens em plena cidade de Luanda, atacados mortalmente e obrigados a fugir para o Continente e Ilhas, em fuga à matança de portugueses inocentes.
Foi exactamente o partido de Sócrates, em sintonia com os partidos comunistas que tudo fez para que Angola e as outras províncias portuguesas africanas fossem para as mãos de bandoleiros. Mais de 400 mil retornados, vidas destruídas, massacre sem precedentes na história de Portugal. O partido Socialista tem de facto muitas culpas naquilo que é hoje os antigos territórios portugueses em África, estados pobres e onde se morre à fome em regiões com ilimitada riqueza.
A Madeira, apesar de ter motivos para reivindicar a independência, tem-se mantido fiel a Portugal. E foi na Madeira, como testemunham os que conheceram a ilha antes de 1974 e depois desta data, que Portugal mais se terá desenvolvido, em todas as áreas. A ilha pobre, atrasada e a séculos de distância do Continente e da Europa, tornou-se em 30 anos a região que mais cresceu e se desenvolveu em Portugal e na Europa comunitária.
Chegados a 2006, os madeirenses são castigados pelo governo socialista da República pelo progresso que conseguiram alcançar em prol de Portugal. Que tamanha ingratidão, que revoltante traição. Os madeirenses não podem cruzar os braços perante um governo socialista que mostra ter “raiva” do progresso da região, dos efeitos notáveis do investimento, de uma região que depois de ter construído os primeiros alicerces se prepara agora para criar uma maior sustentabilidade e uma ainda melhor qualidade de vida para todos.
O primeiro ministro Eng. José Sócrates mal tomou posse como primeiro-ministro passou a comportar-se, odiosamente, como um lutador sem luvas para um combate sem regras para derrubar o presidente do governo Regional da Madeira, Dr.Alberto João Jardim. Como não consegue através de actos eleitorais, livres e democráticos, decide mandar o governo da República recorrer a todos os meios possíveis e ilegais para reduzir o envio de verbas a que a região tem direito por via do Orçamento do Estado, e transformar a Lei das Finanças Regionais em arma apontada contra os madeirenses.
São estes portugueses (como o Eng. José Sócrates) que nós dizemos que são inimigos de Portugal. O desenvolvimento da Madeira é progresso português. Se quer o governo do Eng. José Sócrates se ver livre da Madeira e dos madeirenses, que seja honesto e correcto com os portugueses desta Região Autónoma. Não seja traidor para com os madeirenses. A indignidade tem limites.
NB: Para o senhor Carlos César, socialista e presidente do governo Regional dos Açores:
A riqueza de uma nação está no seu povo e a sua identificação na sua riqueza linguística e dialéctica. Os falares do povo é o que de mais genuíno existe e deve ser mantido e enaltecido. Digo-lhe, apenas, que foi infeliz com a pobre imitação degradante que quis dar com a semilha. Veja no dicionário como se pronuncia e o seu significado. Deixou os madeirenses contra si, não contra os açorianos. Oiça a sua voz e veja-se ao espelho.
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
Governo socialista quer a Madeira fora de Portugal
Deixemos o “pó assentar” e as ondas acalmar. Não é o fantasma da FLAMA a enfrentar as “fragatas” e os enferrujados “canhões” socialistas. As armas do século XXI são bem diferentes e a Madeira saberá defender-se, com mais ou menos assomo, das provocações miseráveis e agressivas que o governo socialista está a fazer, nesta altura, aos madeirenses e porto-santenses.
Para os governos socialistas, de forma mais expressiva para o actual governo socialista, a Madeira não deve permanecer como território português. O governo socialista, pelos actos e posições que toma está a considerar a Região Autónoma da Madeira como as “Ilhas Malditas” para Portugal. Querem, a toda a força, que a Madeira passe para a autodeterminação ou independência, para que Portugal fique do Minho ao Algarve até os Açores somente sob as ordens totalitárias do socialismo.
Os cortes no Orçamento do Estado para a Madeira e simultaneamente os reforços financeiros para os Açores e para o Algarve são pequenas gotas do desejo socialista em livrar-se desta Região que é social-democrata em plena democracia. Vir o governo socialista pagar as deslocações dos transportes aéreos das equipas desportivas do Continente à Madeira. incluindo os “milionários” clubes Benfica, Porto e Sporting, e obrigar as equipas da Madeira a pagar as passagens aéreas sempre que se deslocam ao Continente para participarem nos campeonatos nacionais, está o governo da República socialista a montar baterias de revolta e a empurrar os madeirenses para a luta contra medidas figurativamente xenófobas e de vexame nacional.
Não nos surpreenderam, sinceramente, os resultados da recente sondagem sobre se os portugueses queriam que Portugal integrasse o território espanhol e que Espanha passasse a ser o único país da península ibérica. Foi grande a percentagem dos portugueses a quererem que Portugal pertencesse a Espanha. Isto acontece quando à frente da República portuguesa está o partido socialista, com uma governação de promessas por cumprir, com falsas expectativas, fortemente contestado a todos os níveis, e a revelar uma mediocridade governativa que está a desiludir os próprios eleitores que acreditaram e votaram neste governo socialista.
São muitas as indicações que nos levam a interpretar que o governo socialista quer a Madeira fora de Portugal. Não dizem abertamente, mas querem livrar-se dos madeirenses e porto-santenses. A pouco e pouco vão cortanto nas receitas, vão reduzido nas transferências financeiras, vão fechando o cerco legislativo e constitucional, deitam para o caixote do lixo toda a iniciativa do Governo Regional e da Assembleia Regional que visa melhorar a qualidade de vida dos madeirenses. O governo socialista da República entende que uma obra feita na Madeira não tem nada a ver com Portugal.
Quer o governo socialista que os movimentos independentistas voltem a pegar nas “armas” contra as ideologias da governação central. Desenterram a FLAMA (Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira) que teve o mérito de barrar a entrada do comunismo na Madeira e em Portugal. A cobardia não se paga com palavras mansas mas com acções no terreno.
Se os madeirenses quisessem ser independentes da República de Portugal há muito tinham conseguido e por razões muito mais esclarecedoras, justificáveis e sustentáveis que Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola, Moçambique e o massacrado Timor. A Madeira foi, depois da conquista de Ceuta, em 1415, hoje província espanhola, frente ao rochedo de Gibraltar, a segunda terra onde chegaram os navegadores portugueses, em 1418, ao Porto Santo e em 1419, à Madeira. Mas antes dos portugueses, estiveram nestas ilhas atlânticas navegadores genoveses (italianos), por alturas de 1335, quando ainda os portugueses não tinham iniciado o caminho para a descoberta de “novos mundos”.
Os governos socialistas são politicamente fracos, com uma gestão medíocre, partidariamente vingativos, e têm sido das piores governações que Portugal tem tido em regime democrático. Foram os socialistas que entregaram, com alguma leviandade, as ex-províncias portugueses em África e Timor a “bandos armados”, apoiados pela extinta URSS, por Cuba e pela China, onde o comunismo tinha os seus cérebros da destruição.
Os milhares de mortes, desalojados e retornados foram obra miserável com apoio dos socialistas. Ainda hoje o governo socialista de Portugal “morre de amores” pelos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) do que pela Madeira e por muitas províncias do interior de Portugal Continental. O governo socialista tira ( não me é permitido usar outro adjectivo mais adequado) à Madeira para entregar, de mão beijada, a Moçambique a barragem de Cabora Bassa que “era” património de toda a nação portuguesa.
Os “meninos” que hoje falam do antes e depois da chegada da democracia não sabem o que dizem, falam pelo que lêem nos livros e por aquilo que ouvem dizer, mas quem viveu no antigo regime e na democracia tem outros alicerces para se pronunciar.
Não se pode admitir que um governo da República faça uma governação em função da cor partidária. Nem também que um presidente da República permita que o governo da República governe com “dois pesos e duas medidas”. Bastaria que a Madeira tivesse um governo Regional socialista para receber mais dinheiro do Orçamento do Estado e de ter mais apoios a outros níveis tal como está a ter o governo socialista dos Açores. Isto é a clara evidência que o governo socialista quer ver a Madeira fora de Portugal.
Deixemos o “pó assentar” e as ondas acalmar. Não é o fantasma da FLAMA a enfrentar as “fragatas” e os enferrujados “canhões” socialistas. As armas do século XXI são bem diferentes e a Madeira saberá defender-se, com mais ou menos assomo, das provocações miseráveis e agressivas que o governo socialista está a fazer, nesta altura, aos madeirenses e porto-santenses.
Para os governos socialistas, de forma mais expressiva para o actual governo socialista, a Madeira não deve permanecer como território português. O governo socialista, pelos actos e posições que toma está a considerar a Região Autónoma da Madeira como as “Ilhas Malditas” para Portugal. Querem, a toda a força, que a Madeira passe para a autodeterminação ou independência, para que Portugal fique do Minho ao Algarve até os Açores somente sob as ordens totalitárias do socialismo.
Os cortes no Orçamento do Estado para a Madeira e simultaneamente os reforços financeiros para os Açores e para o Algarve são pequenas gotas do desejo socialista em livrar-se desta Região que é social-democrata em plena democracia. Vir o governo socialista pagar as deslocações dos transportes aéreos das equipas desportivas do Continente à Madeira. incluindo os “milionários” clubes Benfica, Porto e Sporting, e obrigar as equipas da Madeira a pagar as passagens aéreas sempre que se deslocam ao Continente para participarem nos campeonatos nacionais, está o governo da República socialista a montar baterias de revolta e a empurrar os madeirenses para a luta contra medidas figurativamente xenófobas e de vexame nacional.
Não nos surpreenderam, sinceramente, os resultados da recente sondagem sobre se os portugueses queriam que Portugal integrasse o território espanhol e que Espanha passasse a ser o único país da península ibérica. Foi grande a percentagem dos portugueses a quererem que Portugal pertencesse a Espanha. Isto acontece quando à frente da República portuguesa está o partido socialista, com uma governação de promessas por cumprir, com falsas expectativas, fortemente contestado a todos os níveis, e a revelar uma mediocridade governativa que está a desiludir os próprios eleitores que acreditaram e votaram neste governo socialista.
São muitas as indicações que nos levam a interpretar que o governo socialista quer a Madeira fora de Portugal. Não dizem abertamente, mas querem livrar-se dos madeirenses e porto-santenses. A pouco e pouco vão cortanto nas receitas, vão reduzido nas transferências financeiras, vão fechando o cerco legislativo e constitucional, deitam para o caixote do lixo toda a iniciativa do Governo Regional e da Assembleia Regional que visa melhorar a qualidade de vida dos madeirenses. O governo socialista da República entende que uma obra feita na Madeira não tem nada a ver com Portugal.
Quer o governo socialista que os movimentos independentistas voltem a pegar nas “armas” contra as ideologias da governação central. Desenterram a FLAMA (Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira) que teve o mérito de barrar a entrada do comunismo na Madeira e em Portugal. A cobardia não se paga com palavras mansas mas com acções no terreno.
Se os madeirenses quisessem ser independentes da República de Portugal há muito tinham conseguido e por razões muito mais esclarecedoras, justificáveis e sustentáveis que Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola, Moçambique e o massacrado Timor. A Madeira foi, depois da conquista de Ceuta, em 1415, hoje província espanhola, frente ao rochedo de Gibraltar, a segunda terra onde chegaram os navegadores portugueses, em 1418, ao Porto Santo e em 1419, à Madeira. Mas antes dos portugueses, estiveram nestas ilhas atlânticas navegadores genoveses (italianos), por alturas de 1335, quando ainda os portugueses não tinham iniciado o caminho para a descoberta de “novos mundos”.
Os governos socialistas são politicamente fracos, com uma gestão medíocre, partidariamente vingativos, e têm sido das piores governações que Portugal tem tido em regime democrático. Foram os socialistas que entregaram, com alguma leviandade, as ex-províncias portugueses em África e Timor a “bandos armados”, apoiados pela extinta URSS, por Cuba e pela China, onde o comunismo tinha os seus cérebros da destruição.
Os milhares de mortes, desalojados e retornados foram obra miserável com apoio dos socialistas. Ainda hoje o governo socialista de Portugal “morre de amores” pelos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) do que pela Madeira e por muitas províncias do interior de Portugal Continental. O governo socialista tira ( não me é permitido usar outro adjectivo mais adequado) à Madeira para entregar, de mão beijada, a Moçambique a barragem de Cabora Bassa que “era” património de toda a nação portuguesa.
Os “meninos” que hoje falam do antes e depois da chegada da democracia não sabem o que dizem, falam pelo que lêem nos livros e por aquilo que ouvem dizer, mas quem viveu no antigo regime e na democracia tem outros alicerces para se pronunciar.
Não se pode admitir que um governo da República faça uma governação em função da cor partidária. Nem também que um presidente da República permita que o governo da República governe com “dois pesos e duas medidas”. Bastaria que a Madeira tivesse um governo Regional socialista para receber mais dinheiro do Orçamento do Estado e de ter mais apoios a outros níveis tal como está a ter o governo socialista dos Açores. Isto é a clara evidência que o governo socialista quer ver a Madeira fora de Portugal.
Deixemos o “pó assentar” e as ondas acalmar. Não é o fantasma da FLAMA a enfrentar as “fragatas” e os enferrujados “canhões” socialistas. As armas do século XXI são bem diferentes e a Madeira saberá defender-se, com mais ou menos assomo, das provocações miseráveis e agressivas que o governo socialista está a fazer, nesta altura, aos madeirenses e porto-santenses.
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